domingo, 27 de fevereiro de 2011

SENSO COMUM (2º ANO)

SENSO COMUM

Senso comum (ou conhecimento vulgar) é a primeira suposta compreensão do mundo resultante da herança fecunda de um grupo social e das experiências atuais que continuam sendo efetuadas. O senso comum descreve as crenças e proposições que aparecem como normal, sem depender de uma investigação detalhada para alcançar verdades mais profundas como as científicas.

Quando alguém reclama de dores no fígado, esta pessoa pode fazer um chá de boldo que já era usada pelos avós de nossos avós, sem no entanto conhecer o princípio ativo (substância química responsável pela cura) das folhas e seu efeito nas doenças hepáticas. Ao mesmo tempo, quando atravessamos uma rua nós estimamos, sem usar uma calculadora, a distância e a velocidade dos carros que vem em nossa direção. Estes exemplos indicam um tipo de conhecimento que se acumula no nosso cotidiano e é chamado de senso comum e se baseia na tentativa e erro. O senso comum que nos permite sentir uma realidade menos detalhada, menos profunda e imediata e vai do hábito de realizar um comportamento até a tradição que, quando instalada, passa de geração para geração.

No senso comum não há análise profunda e sim uma espontaneidade de ações relativa aos limites do conhecimento do indivíduo que vão passando por gerações, o senso comum é o que as pessoas comuns usam no seu cotidiano, o que é natural e fácil de entender, o que elas pensam que sejam verdades, e que lhe traga resultados práticos herdados pelos costumes.

Existem pessoas que confundem senso comum com crença, o que é bem diferente. Senso comum é aquilo que a gente aprende em nosso dia a dia e que não precisamos nos aprofundar para obtermos resultados, como por exemplo uma pessoa que vai atravessar uma pista, ela olha para os dois lado, a pessoa não precisa calcular a velocidade média, a distância, ou o atrito que o carro exerce sobre o solo, a pessoa simplesmente olha e decide se dá para atravessar ou se deve esperar.

TEXTO 02

O que é senso comum? Esta expressão não foi inventada pelas pessoas de senso comum. Creio que elas nunca se preocuparam em se definir. Um negro, em sua pátria de origem, não se definiria como pessoa de cor. Evidentemente. Esta expressão foi criada para os negros pelos brancos. Da mesma forma a expressão “senso comum” foi criada por pessoas que se julgam acima do senso comum, como uma forma de se diferenciarem das pessoas que, segundo seu critério, são intelectualmente inferiores. Quando um cientista se refere ao senso comum, ele está, obviamente, pensando nas pessoas que não passaram por um treinamento científico. Vamos pensar sobre uma destas pessoas. Ela é uma dona-de-casa. Pega o dinheiro e vai à feira. Não se formou em coisa alguma. Quando tem de preencher formulários, diante da informação profissão ela coloca prendas domésticas ou do lar. Uma pessoa comum como milhares de outras. Vamos pensar em como ela funciona, lá na feira, de barraca em barraca. Seu senso comum trabalha com problemas econômicos: como adequar os recursos de que dispõe, em dinheiro, às necessidades de sua família, em comida. E para isto ela tem de processar uma série de informações. Os alimentos oferecidos são classificados em indispensáveis, desejáveis e supérfluos. Os preços são comparados. A estação dos produtos é verificada: produtos fora de estação são mais caros. Seu senso econômico, por sua vez, está acoplado a outras ciências. Ciências humanas, por exemplo. Ela sabe que alimentos não são apenas alimentos. Sem nunca haver lido Veblen ou Lévi-Strauss, ela sabe do valor simbólico dos alimentos. Uma refeição é uma dádiva da dona-de-casa, um presente. Com a refeição ela diz algo. Oferecer chouriço para um marido de religião adventista, ou feijoada para uma sogra que tem úlceras, é romper claramente com uma política de coexistência pacífica. A escolha de alimentos, assim, não é regulada apenas por fatores econômicos, mas por fatores simbólicos, sociais e políticos. Além disto, a economia e a política devem fazer lugar para o estético: o gostoso, o cheiroso, o bonito. E para o dietético. Assim, ela ajunta o bom para comprar, com o bom para dar, com o bom para ver, cheirar e comer, com o bom para viver. É senso comum? É. A dona-de-casa não trabalha com aqueles instrumentos que a ciência definiu como científicos. É comportamento ingênuo, simplista, pouco inteligente? De forma alguma. Sem o saber, ela se comporta como uma pianista, em oposição ao especialista em trinados. É provável que uma mulher formada em dietética, e em decorrência de sua (de)formação, em breve se veja frente a problemas na casa, em virtude de sua ignorância do caráter simbólico e político da comida. Especialista em trinados. Senso comum é aquilo que não é ciência e isto inclui todas as receitas para o dia-a-dia, bem como os ideais e esperanças que constituem a capa do livro de receitas. E a ciência? Não é uma forma de conhecimento diferente do senso comum. Não é um novo órgão. Apenas uma especialização de certos órgãos e um controle disciplinado do seu uso. Você é capaz de visualizar imagens? Então pense no senso comum como as pessoas comuns. E a ciência? Tome esta pessoa comum e hipertrofie um dos seus órgãos, atrofiando os outros. Olhos enormes, nariz e ouvidos diminutos. A ciência eu metamorfose do senso comum. Sem ele, ela não pode existir. E esta é a razão por que não existe nela nada de misterioso ou extraordinário



quarta-feira, 17 de novembro de 2010

texto 2 ano a imitação

A imitação (A mimese na filosofia grega)


Para os filósofos gregos, a Poesia, a Pintura, a Escultura, e até mesmo a Música, são artes miméticas, que têm por essência comum a imitação. Que significa imitar? Que se deve entender por mimese?

A interpretação socrática

Não é difícil compreendermos o alcance da imitação na Pintura na Escultura, objeto das reflexões de Sócrates, numa rápida palestra, documentada por Xenofonte, com o pintor Parrásio e o escultor Cleito.

Parece, a princípio, que o pintor e o escultor, quando imitam, reproduzem a aparência exterior dos corpos e das coisas em geral que ornam por modelo.. Mas, se assim fizessem, faltaria às suas obras a beleza inerente aos abjetos representados. Como, porém, não há modelos totalmente belos, será preciso o artista reunir as partes belas de vários objetos da mesma espécie para formar algo excelente, sem falhas, que impressione pela sua perfeição. Essa reunião de partes fundidas na totalidade perfeita que a obra deve ser não é mais uma simples reprodução, a menos que se dê a essa palavra um sentido mais amplo do que o comum, que é, aliás, o que está nas entrelinhas da lição de Sócrates a Parrásio e a Cleito.

Se o escultor e o pintor podem reconhecer as coisas que são belas, associando-as entre si num modelo ideal, é porque já têm na mente a ideia de Beleza como perfeição. Na verdade, eles não imitam, e sim idealizam o modelo: o escultor seleciona, de conformidade com essa ideia, as partes de cada coisa e de cada corpo humano que melhor representam a perfeição concebida.

Ainda há outro aspecto a ressaltar nas considerações de Sócrates: é que o artista, e particularmente o escultor, alcançando a Beleza, consegue também reproduzir o estado interior, os movimentos da alma do seu modelo. Ele só dá por terminado seu trabalho quando a obra é capaz de produzir a impressão da vida, impressão esta que, no caso da Escultura, a matéria tridimensional favorece. A Pintura, presa às limitações da superfície, não produz com a mesma intensidade da outra arte a ilusão da vida e do movimento. Mas, em conjunto, as duas, Pintura e Escultura, tocam o real pela semelhança de suas representações com os objetos, e serão tanto mais perfeitas quanto mais se aproximarem da Beleza exemplar que têm por função imitar.

Não podemos, no entanto, dizer que a Música imita, como o fazem a Pintura e a Escultura. Sócrates não se ocupou dessa questão, mas, aproveitando os princípios gerais anteriormente estabelecidos, podemos tratá-la aqui.

Pelo que sabemos da Poética de Aristóteles, imitar é representar, por certos meios — linhas, cores, volumes, movimentos e palavras — coisas e ações, com o máximo de semelhança ou de fidelidade. Representa-se, pois, figurando alguma coisa, seja com o auxílio de imagens diretas, como as da Pintura e da Escultura, seja como na Poesia, por intermédio dos significados das palavras, combinadas numa certa ordem. Daí dizer-se que artes como a Pintura, a Escultura e a Poesia, ao contrário da Música, têm conteúdo representativo. Que é que, de fato, podem representar sons fugidios, combinados segundo ritmo e harmonia, que se desenrolam no tempo e no tempo se dissolvem, incapazes, por isso, de comunicar-nos algo definido, assim como as palavras e as figuras podem fazê-lo? Em relação à Música, a doutrina mimética tem certas sutilezas. Assim, por exemplo, no terceiro livro de A república, Platão relaciona determinados modos harmônicos com determinados sentimentos e qualifica os ritmos pela escala moral das atitudes. Há ritmos que imitam a baixeza e o desregramento, existem harmonias patéticas, melancólicas e lânguidas, como há as entusiásticas, enérgicas e marciais. É como se a música pudesse exteriorizar, no tempo, a qualidade afetiva dos sentimentos humanos. Ela imitaria, assim, um conteúdo psíquico ou moral: a forma das combinações de sons corresponderia à forma característica do entusiasmo, da tristeza, da melancolia etc.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

texto filosfia da arte

Filosofia da Arte


Precisamos, no entanto, distinguir entre Estética e Filosofia da Arte. A rigor, o domínio 10 dos fenômenos estéticos não está circunscrito pela Arte, embora encontre nesta a sua manifestação mais adequada. Sob esse prisma, o domínio do estético abrange o da Arte, não só por ser muito mais dilatado, como também porque é nele que devemos ir buscar os critérios gerais que permitem distinguir, nas manifestações artísticas, as autênticas das inautênticas, as valiosas das desvaliosas, as esteticamente boas das esteticamente más.

Mas, por outro lado, a Arte excede, de muito, os limites das avaliações estéticas. Modo de ação produtiva do homem, ela é fenômeno social e parte da cultura. Está relacionada com a totalidade da existência humana, mantém íntimas conexões com o processo histórico e possui a sua própria história, dirigida que por tendências que nascem, desenvolvem-se e morrem, e às quais correspondem estilos e formas definidos. Foco de convergência de valores religiosos, éticos, sociais e políticos, a Arte vincula-se à religião, à moral e à sociedade como um todo, suscitando problemas de valor (axiológicos), tanto no âmbito da vida coletiva como no da existência individual, seja esta a do artista que cria a obra de arte, seja a do contemplador que sente seus efeitos.

Ora, a Filosofia da Arte, que não dispensa pressupostos estéticos, uma vez que estabelece um diálogo com aquelas produções artísticas esteticamente válidas, não só tem na Arte o seu objeto de investigação, como também aquele primeiro dado, de cuja existência se vale, para levantar problemas de índole geral, requeridos pelo dinamismo da reflexão filosófica. Isso quer dizer que a Filosofia da Arte não e uma disciplina especial, senão no sentido de que considera, antes de tudo, a própria Arte Trata se na verdade de uma senda aberta à reflexão filosófica, por onde esta renova o seu diálogo expansivo com o mundo, com a existência humana e com o Ser Dai decorre o fato de que semelhante filosofia conserva, nos problemas particulares de que trata, e que derivam do objeto específico em que se detém, a profundidade dos legítimos problemas filosóficos.

Qual a relação entre Arte e Realidade? Pode-se falar num conhecimento específico, alcançado só por intermédio da Arte, em oposição ao conhecimento objetivo, da ciência e da filosofia? Qual o nexo existente entre a atividade artística e os diferentes valores, principalmente os morais e os religiosos? De que maneira essa atividade se relaciona com a atividade produtiva, sob o aspecto da técnica? Quais são, finalmente, as conexões da Arte com a sociedade, a história e a cultura? Eis os mais relevantes problemas da Filosofia da Arte. Podemos encontrá-los todos, alguns apenas esboçados, outros solucionados de acordo com os padrões culturais da sociedade grega do século V a. C., na filosofia platônica. Entretanto, só modernamente, depois do nascimento da Estética, foi que a Filosofia da Arte, nas primeiras décadas do século XIX, começou a desenvolver-se em bases novas, que em grande parte ainda continuam sendo as nossas.

Os idealistas alemães, Schelling, Schopenhauer, e principalmente Hegel, embora submetessem a Filosofia da Arte aos sistemas filosóficos que elaboraram, contribuíram, de Limeira decisiva, depois de Kant e de Schiller, para fazer dessa filosofia o que ela é atualmente:

uma reflexão que tem como um dos seus fins últimos justificar a existência e o valor da Arte determinando no conjunto das criações do espirito humano, a função que ela desempenha, ao lado da ciência, da religião, da morai e, também, fato digno de nota, ao lado da própria filosofia, cujo atual interesse pela Arte não encontra paralelo em épocas passadas.

ATIVIDADE IV ( ESTETICA)

Centro Educacional 06 – Gama /DF


DISCIPLINA : FILOSOFIA

PROF: DENYS F. DA COSTA

NOME_______________________________________________ Nº_____ DATA:___/____/___

ATIVIDADE IV

A UTILIDADE DA ARTE

Uma outra possibilidade de responder à questão, se a arte é capaz ou não de expressar a verdade, veio justamente de um dos alunos de Platão. Aristóteles, na sua Poética, procura mostrar que a arte é verdadeira, tanto do ponto de vista epistemológico, quanto moral. Essa virada é realizada sem que se abandone a idéia de que arte é imitação, ao contrário, ela se dá por intermédio de uma reinterpretação da mimesis. Contra Platão, que acredita que a "imitação" é ela mesma uma atividade inferior e que inferioriza aquele que a pratica, Aristóteles defende a idéia de que a mimesis é natural ao homem: "nós contemplamos com prazer as imagens mais exatas daquelas mesmas coisas que olhamos com repugnância, por exemplo, as representações de animais ferozes e de cadáveres" (Poética, 1448b). Esse prazer com a arte seria similar ao prazer que o homem também sente quando aprende algo de novo sobre o mundo.

Para Aristótoteles, ao contrário de Platão, a mimesis não é apenas imitação de objetos já existentes,mas pode ser também imitação de coisas possíveis ,que ainda não têm, mas que podem ou devem ter realidade. Nessse sentido a arte não é apenas reprodução, mas inveção do real. Além disso, a arte pode ter uma função idealizadora ou caricatural. Na tragédia, a arte melhora seus modelos, apresentando-os de forma mais nobre,heroica ou virtuosa do que costuma ser. Na comédia , pode piora-los, apresentado-os de modo mais ignorante, teimoso ou feio que o normal.

A (IN)Utilidade DA ARTE

Embora haja aceitação de que todos possam entender de arte, outras perguntas permanecem: Para que serve a arte? O homem pode dispensá-la? A arte mudar o nosso comportamento?

É visível em nossa sociedade o comportamento de recusa ou temor em relação à arte. Poderíamos dizer que esse desprezo está vinculado ao senso comum embora dele participem até filósofos e cientistas, porque o senso comum não é propriedade exclusiva das pessoas simples. Além do mais, nem sempre os mais .intelectualizados são os melhores apreciadores da arte. Às vezes, as pessoas mais simples, porque desarmadas do excesso de erudição, são mais generosas na apreciação da arte. Por outro lado, os preconceitos do público são maiores diante da arte moderna, pelo fato de ela ser hermética, obscura e, com isso, desconcertá-lo. Esse desconcerto tem outras razões, nem sempre arrazoadas, como, por exemplo, achar que a arte não é coisa séria ou, ainda, que ela não tem utilidade prática.

Muitos já endossaram esta ideia: "a arte começa onde a função termina". De fato, ninguém tem necessidade de que uma poltrona seja artística ou bela para que possa nela se acomodar. No entanto, por que se escolhe um entre dois tipos de poltronas identicamente confortáveis? Costuma-se deduzir a inutilidade da arte dessa incompreensão. Nessa linha, cometem-se dois equívocos: um, o de reduzir arte a beleza; outro, o de entender por função uma determinação imediatista e prática. Entre a função de uma faca (cortar alimentos) e a de uma pintura certamente há grande distância, mas ambas têm funções, ambas desempenham papéis dentro de uma cultura. Se práticas, emotivas ou simbólicas, pouco importa. Enfrentando esses problemas, os artistas modernos - como é o caso de Marcel Duchamp, ]oseph Beuys, Hélio Oiticica - optaram por uma arte crítica, que carrega como propósito resgatar a sensibilidade perdida na sociedade materialista.

A presença da arte parece indicar a insistência do homem em não abrir mão da inutilidade, o princípio

QUESTÃO 01:


A PRINCÍPIO, OS DOIS TEXTOS TRATAM DE QUALIFICAR A ARTE ,OU SEJA A NECESIDADE DE SE ESTABELECER UMA FUNÇÃO PARA A ARTE. Assim cabe a pergunta: Toda obra de arte tem que ter um determinado objetivo? Comente com argumentos (5 linhas)


QUESTÃO 02:

Faça uma defesa dos argumentos de Platão sobre a arte ser uma imitação ( 5 linhas)


QUESTÃO 03:

Leia a seguinte frase e teça um comentário sobre ela.(5 linhas)

“ A arte começa onde a função termina”



QUESTÃO 04: (1,0)

Após a leituras dos textos, escolha um e tome uma posição concordando ou não com as idéias expostas por ele.(8 linhas)

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

ESTUDO DIRIGIO 3º ANO SOBRE CREPUSCULO DOS ÍDOLOS (2)

CENTRO EDUCACIONAL 06-GAMA-DF


PROF: DENYS F. DA COSTA

DISCIPLINA : FILOSOFIA

3º SÉRIE

NOME:_______________________________________________________Nº____TURMA____



ESTUDO DIRIGIDO SOBRE O LIVRO CREPÚSCULO DOS ÍDIOLOS DE NIETZSCHE

CAP: V,VI e VII



1º PARTE

1) 1ª PARTE : JULGUE OS ITENS ABAIXO, A PATIR DA LEITURA DOS TEXTOS.

(A) Nietzsche confirma sua aversão aos sentimentos quando afirma” Aniquilar as paixões e os desejos apenas para evitar sua estupidez.”

(B) A igreja não combate a paixão.

(C) Nietzsche faz uma comparação entre o poder da igreja com o poder dos partidos.

(D) A moral para Nietzsche, volta-se ao instinto natural do homem.

(E) Nietzsche alerta para não confundir a causa e a conseqüência.

(F) A virtude é o caminho para a felicidade.

(G) Nietzsche afirma que, o alemão tem dois grandes males o álcool e o cristianismo.

(H) Para fazer moral é preciso ter vontade incondicional.

(I) Para Nietzsche a cultura alemã está em franco desenvolvimento.

(J) Nietzsche no capítulo VII, faz uma crítica construtiva ao povo alemão.



2º PARTE

2) QUESTÕES SUBJETIVAS.

(A) Qual a crítica que Nietzsche faz ao cristianismo em relação a paixão.



(B) No item 03 do capítulo V, podemos observar que Nietzsche faz uma análise quase que maquiavélica sobre a relação da inimizade,considerando um trunfo contra o cristianismo.constatado no seguinte trecho:”... Quando todo partido vê que está no interesse de sua autoconservcação que o partido oposto não esgote sua força...” Dentro do contexto do texto , elabore um comentário sobre essa questão.



(C) No capítulo V , leia o mesmo e comente sobre o item 05.



(D) No capítulo VI , para Nietzsche, o que seria a verdadeira ruína da razão?



(E) Como Nietzsche argumenta o erro de uma falsa causalidade



(F) Nietzsche faz uma correlação entre responsabilidade e o livre arbítrio. Faça um comentário sobre essa correlação.



(G) Nietzsche dentro de seu espírito contestador , faz uma afirmação no mínimo capciosa, que é:” Não existe fatos morais”. Faça uma crítica sobre essa afirmação, concordando ou não com ela.



(H) Por que não se pode comparar ,julgar, medir e condenar o nosso ser, de acordo com as idéias de Nietzsche.

(I) No capítulo VII, no item 03, Nietzsche faz análise crítica da sociedade de castas indiana, especificamente sobre os Sudras. Comente essa análise.

(J) Existe alguma diferença entre a moral do cultivo e a moral da domesticação? Responda com arguementos.



OBS: ENTREGAR EM FOLHA ANEXA


MÍNIMO DE 5 LINHAS POR QUESTÃO.


ENTREGA: ATÉ 01/10/2010(IMPRORROGÁVEL)

ESTUDO DIRIGIO 3º ANO SOBRE CREPUSCULO DOS ÍDOLOS (1)

CENTRO EDUCACIONAL 06-GAMA


PROF: DENYS F. DA COSTA

DISCIPLINA : FILOSOFIA

3º SÉRIE

ESTUDO DIRIGIDO SOBRE O LIVRO CREPÚSCULO DOS ÍDIOLOS DE NIETZSCHE

CAPÍTULOS : I,II,II, IV



1ª PARTE : JULGUE OS ITENS ABAIXO, A PATIR DA LEITURA DOS TEXTOS.

(A) Para Nietzsche , a vida tem pouco sentido.



(B) As teorias de Sócrates e Platão , estão em declínio.



(C) A dialética norteava o pensamento grego.



(D) A história é apenas a crença nos sentidos.



(E) Para Heráclito ,os sentidos são secundários.



(F) Na concepção de Nietzsche, os filósofos gregos não cometem idiossincrasias.



(G) O vir-a-ser é uma estrutura estática



(H) Para Nietzsche, o vir a ser é apenas uma forma de aparência .



(I) A linguagem é enganadora.



(J) Na 1º tese o argumento é:  a impossibilidade de existir uma outra realidade.



PARTE II: SUBJETIVA

A) Das 44 máximas , escolha 10 e comente.



B) Porque Nietzsche critica Sócrates em relação a qualidade de suas idéias?



C) Nietzsche , continua o seu ataque a Sócrates , criticando sua aparência entre outras questões. Assim podemos concluir que a feiúra tem relação direta com a intelectualidade? Argumente dentro do contexto do livro.



D) Qual é o erro que Nietzsche aponta nas idéias de Sócrates?



E) Como Nietzsche trata a questão do erro?



F) Na parte 06 do 3º capítulo, elabore um comentário sobre as 4 teses expostas.



G) Leia o capítulo IV e escolha dois a aforismas e teça um comentário sobre ele.













OBS: ENTREGAR EM FOLHA ANEXA

MÍNIMO DE 5 LINHAS POR QUESTÃO.

ENTREGA: ATÉ 01/10/2010(IMPRORROGÁVEL)

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

ESTUDO DIRIGIDO 3º BIM 1º ANO

CENTRO EDUCACIONAL 06-GAMA/DF


PROF: DENYS F. DA COSTA

DISCIPLINA : FILOSOFIA

1º SÉRIE

NOME:_______________________________________________________Nº____TURMA____

ESTUDO DIRIGIDO SOBRE A OBRA : LÓGICA DE ARISTÓTELES

VALE (3,0) TRÊS PONTOS

PARTE 01: OBJETIVA (1,5)

• Julgue os itens abaixo (C) certo ou (E) errado ,a partir da leitura do texto.

(A) Alguns silogismos são falsamente verdadeiros

(B) A partir do silogismo, não se pode extrair premissas

(C) Os sofistas induz o interlocutor ao acerto independente do paradoxo;

(D) Existem dois modos ou elencos de falácias.

(E) Aristóteles acha que um mal é necessário dentro de um contexto específico.

(F) As falácias de acordo com Aristóteles, podem ter apenas 5 espécies;

(G) Os sofistas diziam que os contrários predicam simultaneamente com o mesmo sujeito.

(H) A refutação não depende de outro predicado.

(I) Os paralogismos dependem da definição de silogismo.

(J) Todo predicado singular é uma substância singular.

PARTE 02: SUBJETIVA (1,5)

1) Pesquise o significado dos seguintes termos:

a) ACEPÇÃO

b) PARALOGISMO

c) SER (EM SENTIDO FILOSÓFICO)

d) SILOGISMO

e) REFUTAÇÃO

f) HOMONÍMIA

g) PARADOXO

h) JUÍZO ( EM SENTIDO FILOSÓFICO)

i) ANFIBOLIA





2) Aristóteles afirma que existem silogismos verdadeiros.Retire do texto exemplos sobre essa afirmação.

3) O que são argumentos dialéticos?

4) O que caracteriza a homonímia?

5) Qual a função da anfibolia dentro da tese de Aristóteles.

6) Teça um comentário sobre a metáfora do Etíope, que exemplifica uns dos tipos do paralogismo.

7) Dentro da concepção lógica de Aristóteles, o que seria elenco?

8) Destaque do texto a argumentação da seguinte afirmação de Aristóteles:”Psiquê e a vida não são o mesmo....” ,e teça um comentário sobre o mesmo.

9) Na parte 06 do texto, Aristóteles faz a seguinte afirmação: “Se portanto , não há silogismo do acidente, não pode haver refutação”. Destaque do texto a argumentação dessa afirmação.

10) Após a leitura do texto, elabore uma crítica sobre a concepção da lógica Aristotélica.



OBS: ENTREGAR EM FOLHA ANEXA

MÍNIMO DE 5 LINHAS POR QUESTÃO.

ENTREGA: ATÉ 01/10/2010(IMPRORROGÁVEL)